"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." P.Freire

"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." P.Freire

sábado, 14 de junho de 2008

1º SARAU LITERÁRIO

Lucas declamando...


"Canção da garoa"

Em cima do telhado
Pirulin lulin lulin,
Um anjo,
todo molhado,
Soluça no seu flautim.
O relógio vai bater:
As molas rangem sem fim.
O retrato na parede
Fica olhando para mim.
E chove sem saber porquê
E tudo foi sempre assim!
Parece que vou sofrer:
Pirulin lulin lulin...
(Mário Quintana)

quinta-feira, 5 de junho de 2008

BLOG DIVULGADO NO JORNAL "INTERVALO"


Ainda hoje, tive a grata surpresa de ler no jornal INTERVALO uma matéria sobre o EDUCABLOG. Esse é um espaço onde publico as ações que realizo junto aos meus alunos de 4ª séries, ministrando aulas de Língua Portuguesa e História.
Este jornal, informativo da Secretaria Municipal de Educação de Cubatão , procura divulgar trabalhos de alunos e educadores da rede, valorizando assim todas as ações educativas.
Como professora responsável pelo EDUCABLOG agradeço à equipe pela matéria publicada neste importante veículo de comunicação.
Abraços a todos!
Profª Cláudia Mariano Alves.
P.S: Na foto da matéria, prof. José Maciel e alunos da 4ª série "A".

quarta-feira, 4 de junho de 2008

IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL - 100 ANOS DE HISTÓRIA

Olá galerinha! Porque neste mês comemoramos o Centenário, nunca é demais relembrar o que foi já foi visto sobre o referido tema.
Aproveito para parabenizar a todos os alunos que estão participando com trabalhos sobre esta importante comemoração! Vocês são demais!!


O primeiro navio chegou em 18 de junho de 1908, a bordo do navio Kasato Maru, com 781 passageiros . Vieram para trabalhar nas fazendas de café do interior do Estado de São Paulo.De 1908 até 1941 (às vésperas da eclosão da Segunda Guerra) emigraram ao Brasil cerca de 188 mil imigrantes-agricultores. Após a Guerra, a imigração dos japoneses foi reaberta em 1953 estendendo-se por mais 10 anos totalizando cerca de 50 mil imigrantes japoneses.A vinda dos imigrantes japoneses ao Brasil foi resultante de uma conjugação de dificuldades e interesse de ambos os países - no Brasil, especificamente os fazendeiros de café, enfrentavam problemas com a mão-de-obra desde que houve a libertação dos escravos negros. O Japão enfrentava uma das piores crises de sua história marcada não somente por problemas econômico-financeiros mas também pelo desemprego e excedente populacional.
Os imigrantes da primeira fase (até 1941) chegaram ao Brasil dispostos a trabalhar de 3 a 5 anos, economizar para retornar ao Japão. Poucos deles conseguiram atingir esse objetivo. Depois de cumprir os dois ou três anos do contrato nas fazendas de café , a maioria deles saiu para tentar a vida independente como agricultores, principalmente na zona oeste do Estado de São Paulo. Plantaram arroz, café, algodão, verduras, frutas, entre outros.Foi exatamente no pré-guerra que os imigrantes japoneses começaram a ser conhecidos como agricultores. Em 1912, 92,6% dos japoneses dedicavam-se ao cultivo do café. Em 1942, essa porcentagem muda - 24,3% deles cultivavam café, aumentando o cultivo do algodão (39,2%) e das culturas chamadas suburbanas (verduras, legumes, frutas e avicultura), para 19,9%. Logo após o final da Segunda Guerra Mundial, intensifica o movimento de êxodo rural entre os imigrantes - deixam a zona rural para morar e trabalhar na cidade (na Capital ou interior). As famílias tornam-se pequenos comerciantes (lavandeira, mercearias, feiras, cabelereiras, oficinas mecânicas, etc) e concentram-se na educação dos filhos. Outras famílias decidem morar na zona suburbana (dedicando-se às atividades horti-fruti-granjeiros) devido a proximidade de boas escolas para os filhos nas cidades maiores. Em 1952, 34,1% dos imigrantes japoneses estavam voltados para as atividades horti-fruti-granjeiras, enquanto os plantadores de café japoneses tinham baixado para 27,5% e de algodão para 20,5%. Interessante que dados de 1988 indicaram que 80% dos nipo-brasileiros estavam residindo na zona urbana, mas ainda continuam com a fama de agricultores. Calcula-se que cerca de 1.400.000 dos brasileiros sejam descendentes de japoneses, e perto de 80% residem no Estado de São Paulo, sendo cerca de 360 mil deles na cidade de São Paulo.Calcula-se que cerca de 300 mil brasileiros descendentes de japoneses estão trabalhando no Japão. Trata-se do movimento chamado de "dekassegui" (literalmente sair para ganhar dinheiro) iniciado por volta de 1985. Atingiu o ponto alto em 1991 (96,3 mil durante esse ano foram ao Japão) com a mudança da legislação do Japão e a crise econômico-financeira do Brasil.
http://www.nihonsite.com/muse/traj/trajeto.cfm

terça-feira, 3 de junho de 2008

PARABÉNS BÁRBARA!!


Olá! Não poderia deixar passar em branco essa conquista maravilhosa obtida por nossa aluna Bárbara Bonfim.
No último final de semana, ela conquistou, numa competição realizada em Santos, a medalha de ouro na Categoria Mirim -Ginástica Olímpica- representando a equipe de Praia Grande.
Dá para perceber o quanto ela gosta de praticar este esporte, que tantas alegrias têm dado ao povo brasileiro através de nomes conhecidos como Daiane dos Santos, Diego e Danielle Hipólito, entre outros...
Querida Bárbara, quero que saibas que sentimos muito orgulho e, desejamos que você alcance muitas vitórias!
Tomara Deus você possa representar nosso país num futuro não muito distante!
Um beijão meu e de seus colegas!!

APRENDENDO MAIS SOBRE QUADRA

Boas leituras !!!


Quadra


Estrofe de quatro versos. A quadra iniciou o cordel, mas hoje não é mais utilizada pelos cordelistas. Porém as estrofes de quatro versos ainda são muito utilizadas em outros estilos de poesia sertaneja, como a matuta, a caipira, a embolada, entre outros.
A quadra é mais usada com sete sílabas. Obrigatoriamente tem que haver rima em dois versos (linhas). Cada poeta tem seu estilo. Um usa rimar a segunda com a quarta. Exemplo:

Minha terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá (2)
As aves que aqui gorjeiam
Não gorjeiam como lá (4).


Outro prefere rimar todas as linhas, alternando ou saltando. Pode ser a primeira com a terceira e a segunda com a quarta, ou a primeira com a quarta e a segunda com a terceira. Vejamos estes exemplos de Zé da Luz: (ABAB ou ABBA)

E nesta constante lida
Na luta de vida e morte
O sertão é a própria vida
Do sertanejo do Norte






FERNANDO PESSOA "QUADRAS AO GOSTO POPULAR "

"A quadra é o vaso de flores que o Povo põe à janela da sua alma. Da órbita triste do vaso escuro a graça exilada das flores atreve o seu olhar de alegria. "

Cantigas de portugueses
São como barcos no mar -
Vão de uma alma para outra
Com riscos de naufragar.

A terra é sem vida, e nada
Vive mais que o coração
E envolve-te a terra fria
E a minha saudade não!


O moinho de café
Mói grãos e faz deles pó.
O pó que a minh'alma é
Moeu quem me deixa só.


Se eu te pudesse dizer

O que nunca te direi,
Tu terias que entender
Aquilo que nem eu sei.


Teu vestido porque é teu,

Não é de cetim nem chita.
É de sermos tu e eu
E de tu seres bonita.


Vem cá dizer-me que sim.
Ou vem dizer-me que não.
Porque sempre vens assim
P'ra ao pé do meu coração.


Tenho um segredo a dizer-te

Que não te posso dizer.
E com isso já te o disse
Estavas farta de o saber...


Dona Rosa, Dona Rosa,

De que roseira é que vem,
Que não tem senão espinhos
Para quem só lhe quer bem?


Dona Rosa, Dona Rosa,
Quando eras inda botão
Disseram-te alguma cousa
De flor não ter coração?


Trazes uma cruz no peito.

Não sei se é por devoção.
Antes tivesses o jeito
De ter lá um coração.



.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

O QUE É BOM PRECISA SER VALORIZADO!

Sou daquelas pessoas que acredita sinceramente que estamos aqui para deixar nossa contribuição ao mundo. Reconheçamos que não está nada fácil viver aqui, parece que as pessoas "piraram" e o mundo está de "cabeça para baixo",não é?
Entretanto, mesmo com essa percepção, não podemos deixar de fazer algo para tornar o mundo um lugar menos hostil de se viver. E é aí que entramos nós, educadores, sujeitos mediadores de nossos alunos e o mundo a qual vivemos. Temos a grata oportunidade de levarmos os alunos a perceberem quanto potencial possuem e, o poder que têm em suas mãos para melhorar este mundo.
Estou publicando este post com o objetivo de homenagear o prof. José Maciel, atual monitor do Laboratório de Informática em nossa escola. Este maravilhoso professor, que neste ano conclui sua graduação em Filosofia, tem com paciência e carinho, nos conduzido para que nos apossemos mais e mais desse maravilhoso instrumento-informática-a fim de que avancemos em conhecimento.
Assim, professor, agradecemos sua valiosa colaboração e, desejamos que sua vida seja sempre repleta de sucesso!
Abraços fraternos de todos nós, que o temos em alta estima!
Profºª Cláudia e alunos das turmas A-B.

domingo, 1 de junho de 2008

NOSSA PEQUENA DECLAMADORA

Olá galerinha esta é Maria Luisa, minha aluninha no ano passado,na classe de 4 anos.
Como ela já sabe declamar o poema abaixo, de Vinicius de Moraes, será uma grande alegria tê-la conosco em nosso Sarau de Poesias.
Seja bem-vinda Maria, ao grupo dos declamadores! Um beijinho especial !


A Porta

Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.

Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado

Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de sopetão
Pra passar o capitão.

Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.

Eu sou muito inteligente!
Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo

Só vivo aberta no céu!

VEM CHEGANDO O GRANDE DIA DO SARAU DE POESIAS!

Olá galerinha, em poucos dias estaremos realizando o nosso 1º Sarau de Poesias e,como andamos maravilhados com o mundo encantado das poesias, resolvi fazer uma retrospectiva de todos os poemas que conhecemos até agora. Vamos começar pela já muito querida, Cecília Meireles.
Beijinhos e boa leitura a todos!!


Colar de Carolina

Com seu colar de coral,
Carolina
corre por entre as colunas
da colina.
O colar de Carolina
colore o colo de cal,
torna corada a menina.
E o sol, vendo aquela cor
do colar de Carolina,
põe coroas de coral
nas colunas da colina
.





O cavalinho branco

À tarde, o cavalinho branco
está muito cansado:
mas há um pedacinho do campo
onde é sempre feriado.
O cavalo sacode a crina
loura e comprida
e nas verdes ervas atira
sua branca vida.
Seu relincho estremece as raízes
e ele ensina aos ventos
a alegria de sentir livres
seus movimentos.
Trabalhou todo o dia, tanto!
desde a madrugada!
Descansa entre as flores, cavalinho branco,
de crina dourada!






Leilão de jardim

Quem me compra um jardim
com flores?
borboletas de muitas
cores,
lavadeiras e passarinhos,
ovos verdes e azuis
nos ninhos?
Quem me compra este caracol?
Quem me compra um raio de sol?
Um lagarto entre o muro
e a hera,
uma estátua da Primavera?
Quem me compra este formigueiro?
E este sapo, que é jardineiro?
E a cigarra e a sua canção?
E o grilinho dentro do chão?
(Este é meu leilão!)





O mosquito escreve

O mosquito pernilongo
trança as pernas, faz um M,
depois, treme, treme, treme,
faz um O bastante oblongo,
faz um S.
O mosquito sobe e desce.
Com artes que ninguém vê,
faz um Q,
faz um U, e faz um I.
Este mosquito
esquisito cruza as patas,
faz um T.
E aí,
se arredonda e faz outro O,
mais bonito.
Oh!
Já não é analfabeto,
esse inseto,
pois sabe escrever seu nome.
Mas depois vai procurar
alguém que possa picar,
pois escrever cansa,
não é, criança?

E ele está com muita fome.





Sonhos da menina

A flor com que a menina sonha
está no sonho?
ou na fronha?
Sonho
risonho:
O vento sozinho
no seu carrinho.
De que tamanho
seria o rebanho?
A vizinha
apanha
a sombrinha
de teia de aranha . . .
Na lua há um ninho
de passarinho.
A lua com que a menina sonha
é o linho do sonho
ou a lua da fronha?






O menino azul

O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.
O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios, das montanhas, das flores,
— de tudo o que aparecer.
O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.
E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.
(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)




Ou isto ou aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa estar
ao mesmo tempo em dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo . . .
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.




A pombinha da mata

Três meninos na mata ouviram
uma pombinha gemer.

"Eu acho que ela está com fome",
disse o primeiro,


"e não tem nada para comer."

Três meninos na mata
ouviram uma pombinha carpir.

"Eu acho que ela ficou presa",
disse o segundo,
"e não sabe como fugir."

Três meninos na mata
ouviram uma pombinha gemer.

"Eu acho que ela está com saudade",
disse o terceiro,
"e com certeza vai morrer."




BOLHAS

Olha a bolha d'água
no galho!
Olha o orvalho!
Olha a bolha de vinho
na rolha!
Olha a bolha!
Olha a bolha
na mão
que trabalha!
Olha a bolha de sabão
na ponta da palha:
brilha, espelha
e se espalha
Olha a bolha!
Olha a bolha que molha
a mão
do menino:
A bolha da chuva da calha !



Pescaria

Cesto de peixes no chão.
Cheio de peixes, o mar.
Cheiro de peixe pelo ar.
E peixes no chão.
Chora a espuma pela areia,

na maré cheia.
As mãos do mar vêm e vão,

as mãos do mar pela areia
onde os peixes estão.
As mãos do mar vêm e vão,

em vão.
Não chegarão
aos peixes do chão.
Por isso chora,

na areia,
a espuma da maré cheia




CIRANDA
.
Eu queria ser a rosa
lá-lá-rá-lá-lá-lá-lá,
E, vivendo num jardim,
.
Ter besouros, borboletas,
lá-lá-rá-lá-lá-lá-lá,
Cirandando ao pé de mim ! ...
.
Eu queria ser a praia,
Ló-ló-ró-ló-ló-ló-ló.
Onde as ondas vão brincar;
.

E seria toda a vida,
Ló-ló-ró-ló-ló-ló-ló.
Bem querida pelo mar !
.
Eu queria ser estrela,
Li-li-ri-li-li-li-li,
sendo a noite minha irmã,
.
Para despontar à tarde,
Li-li-ri-li-li-li-li,
E esconder-me de manhã ! ...


Chovem duas chuvas

Chovem duas chuvas:
de água e de jasmins
por estes jardins
de flores e de nuvens.


Sobem dois perfumes
por estes jardins:
de terra e jasmins,
de flores e chuvas.


E os jasmins são chuvas
e as chuvas, jasmins,
por estes jardins
de perfume e nuvens

.








sábado, 31 de maio de 2008

FINAL DE MÊS! HORA DE ESCREVER CARTAS!

Todo último dia letivo do mês venho propondo à turma uma pausa ,para juntos avaliarmos o que foi visto e aprendido. Neste dia proponho ao grupo que pare para pensar e,coloque no papel,em forma de carta, o que foi aprendido durante as aulas. Podem ainda comentar(com liberdade) sobre o que mais gostaram de ver e,porque não, do que não gostaram.
Esse tipo de proposta visa nortear meu trabalho, situá-lo, pois eu não posso ter a pretensão de que sozinha estarei atingindo os objetivos elaborados. Preciso de uma devolutiva, por isso,considero importante conhecer a opinião dos meus alunos a fim de, otimizar sempre o trabalho realizado com eles. Pretendo ainda, estimular-lhes a escrita, onde sintam que existe um propósito real para colocarem idéias e opiniões no papel.
Através das cartas que recebo e leio, faço uma análise de onde estamos e, se preciso for, redireciono minha rota.
Abaixo,transcrevo duas cartas escritas por duas alunas. Agradeço a todos vocês, meus queridos alunos neste caminho que percorremos juntos. Beijos a todos!!!!

Querida Professora Cláudia
Estou escrevendo esta carta para falar sobre as coisas que aprendi e gostei. Neste mês de maio, eu adorei cantar para as mães, foi muito divertido ensaiar com a senhora.
Também gostei muito de declamar poesias, antes eu não sabia como declamar mas, agora eu estou até inventando poesias!
Quero dizer que gostei ainda de mexer com jornal, adorei trabalhar em grupo! Foi muito divertido!
Durante as aulas de Português aprendi a conjugar verbos, em tempos verbais diferentes. Nossa turma aprendeu também sobre a importância de prestar atenção na hora de escrever um texto para que, fique bem oganizado e claro.
Eu não posso esquecer-me ainda de falar que eu adorei ler o poema "A Boneca", de Olavo Bilac.I rei até declamá-lo no Sarau de Poesias que acontecerá no mês de junho.
Por fim,não posso esquecer de comentar que adoro as aulas no laboratório de informática, a senhora sempre nos indica sites interessantes.
Mil beijos,
Thaiane.


Oi professora Cláudia,tudo bem com a senhora?
Quero agradecer por tudo que você fez por nós e,também dizer sobre o que eu gostei e não gostei de aprender.
Bem,praticamente eu gostei de tudo o que eu vi. Eu adorei ler poesias,como "A Boneca", "Arco-íris", "Kremme" e "A Bailarina" pois, estamos nos preparando para a 1ª Olimpíada de Língua Portuguesa.
Mas quero dizer que não gostei muito de aprender os tempos verbais. Fico tão confusa! Mas, as poesias,eu adorei! Obrigada por tudo.
Beijos,
Nandielly

terça-feira, 27 de maio de 2008

OBJETIVOS DO TRABALHO COM JORNAL NA ESCOLA

Neste ano estamos inseridos no Projeto Jornal Escola,do grupo "A Tribuna".

Temos alguns objetivos com este trabalho,entre eles: familiarizar os alunos com o jornal,desenvolver o gosto pela leitura,estimular a busca por informações,promover a leitura crítica e discussão da realidade e promover ainda, o enriquecimento cultural do aluno, formando leitores críticos e participantes.

Esperamos colher bons resultados!!! Beijinhos a todos!






ATIVIDADE DO PROJETO JORNAL-ESCOLA


JORNAL "A TRIBUNA" - SUA HISTÓRIA

Mais de cem anos de tradição

Fundada pelo maranhense Olímpio Lima e depois dirigida pelo cearense Manuel Nascimento Júnior, A Tribuna foi ampliada e modernizada por Giusfredo Santini, transformando-se em uma empresa holding de comunicações, presidida pelo filho de Giusfredo Santini, Roberto Mário Santini. Além do jornal centenário, o Sistema A Tribuna de Comunicação (SAT) inclui a TV Tribuna (afiliada à Rede Globo), rádio Tribuna FM, jornais Primeiramão Santos e Campinas, o portal A Tribuna Digital e o Expresso Popular.

O início – Com o nome A Tribuna do Povo, o jornal começou a circular duas vezes por semana, em 26 de março de 1894, por iniciativa de Olímpio Lima, um maranhense de idéias combativas que se fixou em Santos. Em 1909, dois anos após a morte de Olímpio Lima, o jornal foi adquirido por Manuel Nascimento Júnior, que lhe deu novo impulso.

Em 1912, Nascimento trouxe a impressora Albert e várias linotipos (máquinas de composição automática), abolindo a feitura manual. A Tribuna, em 1927, já em novo prédio e instalações próprias, que ainda mantém na Rua General Câmara 90-94, adquiriu outra linotipo e a sua primeira rotativa, uma impressora Man, com capacidade para editar jornais de 40 páginas.

Nesse período, o genro de Nascimento, Giusfredo Santini, assumiu a superintendência da empresa, dando-lhe nova dimensão. Nascimento Júnior ficou à frente de A Tribuna por 50 anos, falecendo em 29 de maio de 1959. Giusfredo Santini assumiu a direção da empresa, chamando seu filho, Roberto Mário Santini, para superintendência do jornal.

Papel na regiãoA Tribuna mantém sucursais e correspondentes por toda a Região Metropolitana da Baixada Santista (Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Bertioga, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe) e, desde sua fundação, oferece ao seu público leitor um completo noticiário regional, nacional e internacional.

O jornal edita semanalmente cadernos especiais para públicos de interesses diferenciados, como Jornal Motor, Turismo, Bom Programa, Digital, Ciência & Meio Ambiente, além da revista AT Revista.


http://atribunadigital.globo.com/jornal/historia.htm

HISTÓRIA DA IMPRENSA NO BRASIL



A história da imprensa no Brasil tem seu início em 1808 com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, sendo até então proibida toda e qualquer atividade de imprensa — fosse a publicação de jornais, livros ou panfletos. Esta era uma peculiaridade da América Portuguesa, pois nas demais colônias européias no continente a imprensa se fazia presente desde o século XVI.

A imprensa brasileira nasceu oficialmente no Rio de Janeiro em 13 maio de 1808, com a criação da Gazeta do Rio de Janeiro, órgão oficial do governo português que tinha se refugiado na colônia americana. Pouco antes no mesmo ano, porém, o exilado Hipólito José da Costa lançava, de Londres, o Correio Brasiliense (com S), o primeiro jornal brasileiro — ainda que fora do Brasil. Enquanto o jornal oficial relatava "o estado de saúde de todos os príncipes da Europa, (...) natalícios, odes e panegíricos da família reinante"[1], o do exilado fazia política. Embora (diferentemente do que muito se divulga) não pregasse a independência do Brasil, e tivesse um posicionamento político por vezes conservador, o Correio Brasiliense foi criado para atacar "os defeitos da administração do Brasil", nas palavras de seu próprio criador, e admitia ter caráter "doutrinário muito mais do que informativo" .

A proibição à imprensa (chegaram inclusive a destruir máquinas tipográficas) e a censura prévia (estabelecida antes mesmo de sair a primeira edição da Gazeta) encontravam justificativa no fato de que a regra geral da imprensa de então não era o que se conhece hoje como noticiário, e sim como doutrinário, capaz de "pesar na opinião pública", como pretendia o Correio Brasiliense, e difundir suas idéias entre os formadores de opinião — propaganda ideológica, afinal.

A censura à imprensa acabou em 1827, ainda no Primeiro Reinado. A própria personalidade de D. Pedro II, avessa a perseguições, garantia um clima de ampla liberdade de expressão — em nível não conhecido por nenhuma república latino-americana, graças aos caudilhos autoritários que lá se alternavam. A liberdade de imprensa já era garantida mesmo pela Constituição outorgada de 1824.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Imprensa_no_Brasil

Olimpíada de Língua Portuguesa!!! Já estamos nos preparando!


sábado, 17 de maio de 2008

SITE DA RUTH ROCHA

Atenção galerinha! Acabo de descobrir um site muito bacana da escritora Ruth Rocha. Foi ela quem escreveu "Marcelo,Marmelo,Martelo"(entre outros),um grande sucesso que já vendeu 1 milhão de exemplares.
Vocês poderão brincar de cruzadinhas,formar palavras,ler histórias que a Ruth escreveu,além de conhecer um pouco de sua biografia. Vale a pena acessar para conhecer mais!
http://www2.uol.com.br/ruthrocha/forme.htm

Boas leituras! Um fim de semana lindo para todos vocês!!! Beijinhos!!!

quinta-feira, 15 de maio de 2008

HOMENAGEM



Existem momentos na vida que desejamos guardar para sempre num canto privilegiado de nossos corações...

Minha queridas alunas,adoro este convívio alegre e fraterno que temos em nossas aulas,em nossos encontros diários.

Sinto-me agraciada por conhecer e conviver com meninas tão especiais,dedicadas,espertas e responsáveis.

Agradeço a Deus pela oportunidade de caminharmos este trecho de nossas jornadas,juntas,lado a lado.

Um beijo no coração de cada uma de vocês!!!! Vocês são incríveis!!

POEMA SEM RIMA

Estamos nos preparando para participar da 1ª Olimpíada de Língua Portuguesa.Temos trabalhado bastante com poesias pois,os alunos de 4º e 5º anos inscritos neste concurso,terão que desenvolver um texto sobre o lugar onde vivem,em forma de poesia.
Na aula de hoje vimos que,atualmente o poeta tem liberdade para criar seu poema usando o recurso da rima,ou não.Fica a seu critério.
Assim a turma conheceu o poema "Quadrilha",de Carlos Drummond de Andrade,livre de rimas.
Boa leitura!!!




João amava Teresa que amava Raimundo

que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili

que não amava ninguém.

João foi para o Estados Unidos, Teresa para o

convento,

Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,

Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto

Fernandes

que não tinha entrado na história.

terça-feira, 13 de maio de 2008

HISTÓRIA DA IMIGRAÇÃO JAPONESA PARA CRIANÇAS



Atenção galerinha!

Acabo de descobrir,com a ajuda de nossa amiga Natália,monitora da Pinacoteca Benedito Calixto,um site super bacana que traz notícias e histórias da imigração japonesa no Brasil.Lembrem-se sempre que este é um ano especial pois,estamos comemorando o Centenário da Imigração.

Vocês irão lembrar da nossa visita ao Museu da Imigração,realizado no último dia 19 de abril.

Boa navegação!!!!!

Beijinhos a todos!!!http://www.portogente.com.br/mardesonhos/historias.php

MAIS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL

Moeda em comemoração aos 100 anos da Imigração Japonesa

Segundo a imprensa japonesa, o Ministério das finanças do Japão informou que emitirá uma moeda em comemoração aos 100 anos de Imigração Japonesa no Brasil. A moeda terá o valor de 500 yens, sendo que uma das faces aparecerá a imagem da escultura de uma família japonesa que pertence ao jardim da praia de Santos. A outra face mostrará um desenho de flores de cerejeira e grãos de café, como símbolo dos dois países, respectivamente.
O valor da moeda será o de sua denominação (U$ 4, 19) o seu tamanho será de 26,5 mm, sendo sua composição de bronze, zinco e níquel. A data prevista para o seu lançamento é em março de 2008 e as mesmas serão vendidas nas Instituições financeiras do Japão.

Referências Sobre a moeda:http://www.ipcdigital.com/ Acesso dia 22/05/2007

segunda-feira, 12 de maio de 2008



Escola é ...


... o lugar que se faz amigos.

Não se trata só de prédios, salas, quadros,

Programas, horários, conceitos...

Escola é sobretudo, gente

Gente que trabalha, que estuda

Que alegra, se conhece, se estima.

O Diretor é gente,

O coordenador é gente,

O professor é gente,

O aluno é gente,

Cada funcionário é gente.

E a escola será cada vez melhor

Na medida em que cada um se comporte

Como colega, amigo, irmão.

Nada de "ilha cercada de gente por todos os lados"

Nada de conviver com as pessoas e depois,

Descobrir que não tem amizade a ninguém.

Nada de ser como tijolo que forma a parede,

Indiferente, frio, só.

Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,

É também criar laços de amizade,

É criar ambiente de camaradagem,

É conviver, é se "amarrar nela"!

Ora é lógico...

Numa escola assim vai ser fácil!

Estudar, trabalhar, crescer,

Fazer amigos, educar-se, ser feliz.

É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.

(Paulo Freire)