"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." P.Freire
sábado, 31 de maio de 2008
FINAL DE MÊS! HORA DE ESCREVER CARTAS!
Esse tipo de proposta visa nortear meu trabalho, situá-lo, pois eu não posso ter a pretensão de que sozinha estarei atingindo os objetivos elaborados. Preciso de uma devolutiva, por isso,considero importante conhecer a opinião dos meus alunos a fim de, otimizar sempre o trabalho realizado com eles. Pretendo ainda, estimular-lhes a escrita, onde sintam que existe um propósito real para colocarem idéias e opiniões no papel.
Através das cartas que recebo e leio, faço uma análise de onde estamos e, se preciso for, redireciono minha rota.
Abaixo,transcrevo duas cartas escritas por duas alunas. Agradeço a todos vocês, meus queridos alunos neste caminho que percorremos juntos. Beijos a todos!!!!
Querida Professora Cláudia
Estou escrevendo esta carta para falar sobre as coisas que aprendi e gostei. Neste mês de maio, eu adorei cantar para as mães, foi muito divertido ensaiar com a senhora.
Também gostei muito de declamar poesias, antes eu não sabia como declamar mas, agora eu estou até inventando poesias!
Quero dizer que gostei ainda de mexer com jornal, adorei trabalhar em grupo! Foi muito divertido!
Durante as aulas de Português aprendi a conjugar verbos, em tempos verbais diferentes. Nossa turma aprendeu também sobre a importância de prestar atenção na hora de escrever um texto para que, fique bem oganizado e claro.
Eu não posso esquecer-me ainda de falar que eu adorei ler o poema "A Boneca", de Olavo Bilac.I rei até declamá-lo no Sarau de Poesias que acontecerá no mês de junho.
Por fim,não posso esquecer de comentar que adoro as aulas no laboratório de informática, a senhora sempre nos indica sites interessantes.
Mil beijos,
Thaiane.
Oi professora Cláudia,tudo bem com a senhora?
Quero agradecer por tudo que você fez por nós e,também dizer sobre o que eu gostei e não gostei de aprender.
Bem,praticamente eu gostei de tudo o que eu vi. Eu adorei ler poesias,como "A Boneca", "Arco-íris", "Kremme" e "A Bailarina" pois, estamos nos preparando para a 1ª Olimpíada de Língua Portuguesa.
Mas quero dizer que não gostei muito de aprender os tempos verbais. Fico tão confusa! Mas, as poesias,eu adorei! Obrigada por tudo.
Beijos,
Nandielly
terça-feira, 27 de maio de 2008
OBJETIVOS DO TRABALHO COM JORNAL NA ESCOLA
Neste ano estamos inseridos no Projeto Jornal Escola,do grupo "A Tribuna".
Temos alguns objetivos com este trabalho,entre eles: familiarizar os alunos com o jornal,desenvolver o gosto pela leitura,estimular a busca por informações,promover a leitura crítica e discussão da realidade e promover ainda, o enriquecimento cultural do aluno, formando leitores críticos e participantes.
Esperamos colher bons resultados!!! Beijinhos a todos!
JORNAL "A TRIBUNA" - SUA HISTÓRIA
Fundada pelo maranhense Olímpio Lima e depois dirigida pelo cearense Manuel Nascimento Júnior, A Tribuna foi ampliada e modernizada por Giusfredo Santini, transformando-se em uma empresa holding de comunicações, presidida pelo filho de Giusfredo Santini, Roberto Mário Santini. Além do jornal centenário, o Sistema A Tribuna de Comunicação (SAT) inclui a TV Tribuna (afiliada à Rede Globo), rádio Tribuna FM, jornais Primeiramão Santos e Campinas, o portal A Tribuna Digital e o Expresso Popular.
O início – Com o nome A Tribuna do Povo, o jornal começou a circular duas vezes por semana, em 26 de março de 1894, por iniciativa de Olímpio Lima, um maranhense de idéias combativas que se fixou em Santos. Em 1909, dois anos após a morte de Olímpio Lima, o jornal foi adquirido por Manuel Nascimento Júnior, que lhe deu novo impulso.
Em 1912, Nascimento trouxe a impressora Albert e várias linotipos (máquinas de composição automática), abolindo a feitura manual. A Tribuna, em 1927, já em novo prédio e instalações próprias, que ainda mantém na Rua General Câmara 90-94, adquiriu outra linotipo e a sua primeira rotativa, uma impressora Man, com capacidade para editar jornais de 40 páginas.
Nesse período, o genro de Nascimento, Giusfredo Santini, assumiu a superintendência da empresa, dando-lhe nova dimensão. Nascimento Júnior ficou à frente de A Tribuna por 50 anos, falecendo em 29 de maio de 1959. Giusfredo Santini assumiu a direção da empresa, chamando seu filho, Roberto Mário Santini, para superintendência do jornal.
Papel na região – A Tribuna mantém sucursais e correspondentes por toda a Região Metropolitana da Baixada Santista (Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Bertioga, Guarujá, Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe) e, desde sua fundação, oferece ao seu público leitor um completo noticiário regional, nacional e internacional.
O jornal edita semanalmente cadernos especiais para públicos de interesses diferenciados, como Jornal Motor, Turismo, Bom Programa, Digital, Ciência & Meio Ambiente, além da revista AT Revista.
http://atribunadigital.globo.com/jornal/historia.htm
HISTÓRIA DA IMPRENSA NO BRASIL
A história da imprensa no Brasil tem seu início em 1808 com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, sendo até então proibida toda e qualquer atividade de imprensa — fosse a publicação de jornais, livros ou panfletos. Esta era uma peculiaridade da América Portuguesa, pois nas demais colônias européias no continente a imprensa se fazia presente desde o século XVI.
A imprensa brasileira nasceu oficialmente no Rio de Janeiro em 13 maio de 1808, com a criação da Gazeta do Rio de Janeiro, órgão oficial do governo português que tinha se refugiado na colônia americana. Pouco antes no mesmo ano, porém, o exilado Hipólito José da Costa lançava, de Londres, o Correio Brasiliense (com S), o primeiro jornal brasileiro — ainda que fora do Brasil. Enquanto o jornal oficial relatava "o estado de saúde de todos os príncipes da Europa, (...) natalícios, odes e panegíricos da família reinante"[1], o do exilado fazia política. Embora (diferentemente do que muito se divulga) não pregasse a independência do Brasil, e tivesse um posicionamento político por vezes conservador, o Correio Brasiliense foi criado para atacar "os defeitos da administração do Brasil", nas palavras de seu próprio criador, e admitia ter caráter "doutrinário muito mais do que informativo" .
A proibição à imprensa (chegaram inclusive a destruir máquinas tipográficas) e a censura prévia (estabelecida antes mesmo de sair a primeira edição da Gazeta) encontravam justificativa no fato de que a regra geral da imprensa de então não era o que se conhece hoje como noticiário, e sim como doutrinário, capaz de "pesar na opinião pública", como pretendia o Correio Brasiliense, e difundir suas idéias entre os formadores de opinião — propaganda ideológica, afinal.
A censura à imprensa acabou em 1827, ainda no Primeiro Reinado. A própria personalidade de D. Pedro II, avessa a perseguições, garantia um clima de ampla liberdade de expressão — em nível não conhecido por nenhuma república latino-americana, graças aos caudilhos autoritários que lá se alternavam. A liberdade de imprensa já era garantida mesmo pela Constituição outorgada de 1824.http://pt.wikipedia.org/wiki/Imprensa_no_Brasil
sábado, 17 de maio de 2008
SITE DA RUTH ROCHA
Vocês poderão brincar de cruzadinhas,formar palavras,ler histórias que a Ruth escreveu,além de conhecer um pouco de sua biografia. Vale a pena acessar para conhecer mais!
http://www2.uol.com.br/ruthrocha/forme.htm
Boas leituras! Um fim de semana lindo para todos vocês!!! Beijinhos!!!
quinta-feira, 15 de maio de 2008
HOMENAGEM

Existem momentos na vida que desejamos guardar para sempre num canto privilegiado de nossos corações...
Minha queridas alunas,adoro este convívio alegre e fraterno que temos em nossas aulas,em nossos encontros diários.
Sinto-me agraciada por conhecer e conviver com meninas tão especiais,dedicadas,espertas e responsáveis.
Agradeço a Deus pela oportunidade de caminharmos este trecho de nossas jornadas,juntas,lado a lado.
Um beijo no coração de cada uma de vocês!!!! Vocês são incríveis!!
POEMA SEM RIMA
Na aula de hoje vimos que,atualmente o poeta tem liberdade para criar seu poema usando o recurso da rima,ou não.Fica a seu critério.
Assim a turma conheceu o poema "Quadrilha",de Carlos Drummond de Andrade,livre de rimas.
Boa leitura!!!
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o
convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto
Fernandes
que não tinha entrado na história.
terça-feira, 13 de maio de 2008
HISTÓRIA DA IMIGRAÇÃO JAPONESA PARA CRIANÇAS
Atenção galerinha!
Acabo de descobrir,com a ajuda de nossa amiga Natália,monitora da Pinacoteca Benedito Calixto,um site super bacana que traz notícias e histórias da imigração japonesa no Brasil.Lembrem-se sempre que este é um ano especial pois,estamos comemorando o Centenário da Imigração.
Vocês irão lembrar da nossa visita ao Museu da Imigração,realizado no último dia 19 de abril.
Boa navegação!!!!!
Beijinhos a todos!!!http://www.portogente.com.br/mardesonhos/historias.php
MAIS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DA IMIGRAÇÃO JAPONESA NO BRASIL
Segundo a imprensa japonesa, o Ministério das finanças do Japão informou que emitirá uma moeda em comemoração aos 100 anos de Imigração Japonesa no Brasil. A moeda terá o valor de 500 yens, sendo que uma das faces aparecerá a imagem da escultura de uma família japonesa que pertence ao jardim da praia de Santos. A outra face mostrará um desenho de flores de cerejeira e grãos de café, como símbolo dos dois países, respectivamente.
O valor da moeda será o de sua denominação (U$ 4, 19) o seu tamanho será de 26,5 mm, sendo sua composição de bronze, zinco e níquel. A data prevista para o seu lançamento é em março de 2008 e as mesmas serão vendidas nas Instituições financeiras do Japão.
Referências Sobre a moeda:http://www.ipcdigital.com/ Acesso dia 22/05/2007
segunda-feira, 12 de maio de 2008

Escola é ...
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de "ilha cercada de gente por todos os lados"
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,
Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se "amarrar nela"!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!
Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.
(Paulo Freire)
LINGUAGEM DIFERENTE
Através deste texto,pudemos perceber que existem outras formas de falar em nossa língua,diferentes da forma que estamos habituados a falar.
Espero que você,leitor,aprecie também a leitura do poema de Olegário Mariano:
KREMME
Foi um dia de kremesse.
Depois de rezá três prece
Pra que os santo me ajudasse,
Deus quis que nós se encontrasse
Pra que nós dois se queresse,
Pra que nós dois se gostasse.
Inté os sinos dizia
Na matriz da freguezia
Que embora o tempo corresse,
Que embora o tempo passasse,
Que nós sempre se queresse,
Que nós sempre se gostasse.
Um dia, na feira,eu disse
Com a voz cheia de meiguice
Nos teus ouvido, bem doce:
Rosinha si eu te falasse...
Si eu te beijasse na face...
Tu me dás-se um beijo?
— Dou-se.
E toda a vez que nos vemo,
A um só tempo perguntemo
Tu a mim, eu a vancê:
Quando é que nós se casemo,
Nós que tanto se queremo,
Pro que esperamos pro quê?
Vancê não falou comigo
E eu com vancê, pro castigo,
Deixei de falá também,
Mas, no decorrê dos dia,
Vancê mais bem me queria
E eu mais te queria bem.
— Cabôco, vancê não presta,
Vancê tem ruga na testa,
Veneno no coração.
— Rosinha, vancê me xinga,
Morde a surucucutinga,
Mas fica o rasto no chão.
E de uma vez, (bem me lembro!)
Resto de safra... Dezembro...
Os carro afundando o chão.
Veio um home da cidade
E ao curuné Zé Trindade
Foi pedi a sua mão.
Peguei no meu cravinote
Dei quatro ou cinco pinote
Burricido como o quê,
Jurgando, antes não jurgasse,
Que tu de mim não gostasse,
Quando eu só amo a vancê.
Esperei outra kremesse
Que o seu vigário viesse
Pra que nós dois se casasse.
Mas Deus não quis que assim sesse
Pro mais que nós se queresse
Pro mais que nós se gostasse.
domingo, 11 de maio de 2008
COMO DESCOBRI A POESIA
Iniciou-se ali meu amor pela poesia que conservo até hoje.
O poeta Olegário Mariano o escreveu,logo abaixo vocês podem lê-lo...boa leitura!
" ARCO-ÍRIS"
Choveu tanto esta tarde
Que as árvores estão pingando de contentes.
As crianças pobres, em grande alarde,
Molham os pés nas poças reluzentes.
A alegria da luz ainda não veio toda.
Mas há raios de sol brincando nos rosais.
As crianças cantam fazendo roda,
Fazendo roda como os tangarás:
"Chuva com sol!Casa a raposa com o rouxinol."
De repente, no céu desfraldado em bandeira,
Quase ao alcance da nossa mão,
O Arco-da-Velha abre na tarde brasileira
A cauda em sete cores, de pavão.
Publicado no livro Canto da Minha Terra (1930).
sábado, 10 de maio de 2008
FELIZ DIA DAS MÃES!

QUERIDAS MÃES:
QUE O AMADO PAI DOS CÉUS CONTINUE A ABENÇOAR A VIDA DE VOCÊS COM CHUVAS DE BÊNÇÃOS!
QUE VOCÊS CONTINUEM SENDO O BRAÇO ESTENDIDO DE DEUS NA VIDA DE SEUS FILHOS,COM AMOR E SABEDORIA!
QUERO DEIXAR AQUI O MEU MAIS CARINHOSO ABRAÇO EM CADA UMA DE VOCÊS!
FELIZ DIA DAS MÃES VILMA,ELISÂNGELA,ANA RITA,NATALINA,TONINHA,FÁTIMA,ROSÂNGELA,ISABEL,ANGÉLICA,ZULEICA,SEBASTIANA,MARTA,TONINHA,ANDREZZA,LOURDES,ANDREA,MARLY,MÁRCIA,NOÊMIA,MICHELE...
ORIGEM DO DIA DAS MÃES
Bem mais tarde, no início do século XVII, a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Este dia ficou conhecido como o Mothering Sunday (Domingo das Mães). Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães e levavam o mothering cake, um bolo, de presente para elas.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada, em 1872, por Júlia Ward Howe, autora da letra do hino do país. Seria, na concepção dela, um dia dedicado à paz.Mas foi outra americana, Ana Jarvis, da Filadelfia, que em 1907 iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Ana perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo a comemoração se alastrou por todo o país e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de maio, o segundo domingo de maio.
No Brasil, o Dia das Mães foi introduzido pela Associação Cristã de Moços (ACM), em maio de 1918. A data passou a ser celebrada no segundo domingo de maio, conforme decreto assinado, em 1932, pelo presidente Getúlio Vargas. Em 1949, vários proprietários de lojas de São Paulo, lançaram uma grande campanha publicitária incentivando a compra de presentes para as mães e o hábito de presentear as mães ganhou impulso.
Fonte: Duarte, Marcelo - O Guia dos Curiosos. Cia da Letras, S.P., 1995.
Dia das Mães no Mundo
2º domingo de fevereiro
Noruega
1º domingo de maio
África do Sul
2º domingo de maio
Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica
10 de maio
México
4º domingo da Quaresma
Inglaterra
Último domingo de maio
Suécia
2º domingo de outubro
Argentina
1º domingo de maio
Portugal
2 semanas antes do Natal
Iugoslávia
sexta-feira, 9 de maio de 2008
PROJETO CORAL VOZES DA PAZ
Há alguns anos,resolvi iniciar um projeto com música na escola,com os seguintes objetivos:
-resgatar a auto estima e confiança de cada criança;
-incentivar e despertar o gosto musical por composições que edifiquem o caráter;
-promover a socialização entre os pares e,ainda o respeito ao próximo;
-desenvolver a expressividade do ser;
-despertar a sensibilidade;
-auxiliar no desenvolvimento da linguagem oral e da memória;
Por fim,não menos importante,levar o educando a desenvolver-se através da percepção,da atenção,da auto disciplina,da criatividade e da afetividade.
Iniciamos os ensaios da Cantata em homenagem às Mães em março.O grupo é composto por 29 vozes femininas,alunas das 4ª séries "A" e "B",da UME Padre Antonio Olivieri Filho,localizada no bairro do Jardim Casqueiro em Cubatão.
Finalmente após tanto preparo,o grupo apresentou-se na data de hoje para homenagear estas pessoas tão especiais em nossas vidas:as mamães!!!
Quero agradecer primeiramente a nossa diretora,profª Ana Maria que permitiu e incentivou a realização desta atividade e,ainda as seguintes mães,voluntárias,que se dispuseram a nos ajudar a compor um visual caprichado para esta data:Noêmia,Carmém,Andréia,Andrezza,Marta,Sebastiana e Rosângela!!! Meu muitíssimo obrigada a todas vocês! Que Deus abençoe a cada uma!!!
Não poderia deixar de agradecer também às minhas queridas alunas,as vozes deste singelo Coral que,com paciência,responsabilidade e dedicação participam deste maravilhoso projeto! Amo todas vocês!! Obrigada!!!
quinta-feira, 8 de maio de 2008
ALERTA AOS PAIS E RESPONSÁVEIS!!
...
"Como nós adultos somos de uma geração que não cresceu com a tecnologia, o que alguns chamam de imigrantes digitais, não nos sentimos seguros o suficiente para orientar nossos filhos, que chamam de nativos digitais. Parece que eles sabem mais do que nós! Mas essa impressão, que intimida a muitos para que fiquem em silêncio, é errada, pois as crianças continuam ingênuas, inexperientes. Não importa o ambiente, cabe a nós adultos mostrar para elas o caminho de como conviver bem em sociedade, adquirir valores e princípios e agir com integridade. "
.
Cristiana Assumpção
.
DICA DE UM SITE INTERESSANTE
http://senna.globo.com/senninha/jogos.asp
TECNOLOGIAS
O QUE É UM BLOG? QUER SE TORNAR BLOGUEIRO?
Hoje em dia muitos professores se apropriam dos blogs em sala de aula, como ferramenta auxiliar no ensino aprendizagem...
O que podemos fazer com um blog ?1- Publicar material didático2- Socializar as produções de alunos3- Trabalhar de forma colaborativa entre alunos/professores4- Interagir com outros grupos5- Realizar provas/exercícios6- Estimular a participação utilizando diferentes linguagens7- Aproximar-nos das publicações multimídia8- Funcionar como espaço de experimentação na investigação das nossas práticas9- Guiar, coordenar e moderar de forma virtual os trabalhos apresentados na turma.10- Propor atividades lúdicas11- Incentivar a construção de redes12- Propiciar a aprendizagem colaborativa por meio de estratégias de criação em equipes...
terça-feira, 6 de maio de 2008
DICAS DE COMO ESTUDAR
estude em lugar arejado,
iluminado,
sem chiado.
E não estude deitado,
pois pode acabar dormindo
e deixar o professor,
inconformado!
Tente ser organizado,
fazer letra bonita
e caderno caprichado!
Pesquise no dicionário
tem palavra que você não entende
e vai acabar encabulado!
Estude pelo menos
duas horas por dia,
leia livros
para ser bem informado!
Agora siga estas dicas
e,com certeza,
será elogiado!!
( autoria da aluna Bárbara Bonfim)
segunda-feira, 5 de maio de 2008
FÁBULAS
As fábulas são pequenas histórias que transmitem uma lição de moral. As personagens das fábulas são geralmente animais, que representam tipos humanos, como o egoísta, o ingênuo, o espertalhão, o vaidoso, o mentiroso, etc
A fábula é uma das mais antigas formas de narrativa. Muitos escritores dedicaram-se às fábulas, mas três ficaram mundialmente famosos: o grego Esopo (século VI a.C.), o latino Fedro (15 a.C. - 50 d.C.) e o francês Jean de La Fontaine (1621 - 1695).
No Brasil, Monteiro Lobato (século XX) foi quem as recriou. Millôr Fernandes é um escritor carioca que recriou as antigas fábulas de Esopo e La Fontaine, de forma satírica e engraçada.
A fábula se divide em 2 partes:
1ª parte - a história (o que aconteceu)
2ª parte - a moral (o significado da história)
A origem da fábula perde-se na antiguidade mais remota. Os gregos citavam Esopo como fundador da fábula.
O QUE É ESCALA MERCALLI?
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A escala de Mercalli é uma escala qualitativa usada para classificar a intensidade de um terremoto a partir dos seus efeitos em pessoas e estruturas na superfície da Terra.
Foi elaborada pelo vulcanólogo italiano Giuseppe Mercalli em 1902, tendo sido largamente utilizada antes da invenção da Escala de Richter por Charles Francis Richter e Beno Gutenberg em 1935. A forma actualmente utilizada nos EUA é a Escala de Mercalli Modificada (MM), que foi desenvolvida em 1931 pelos sismólogos estado-unidenses Harry Wood e Frank Neumann.
A escala de Mercalli tem uma importância apenas qualitativa e não deve ser interpretada em termos absolutos, uma vez que depende de observação humana. Por exemplo, um sismo de grau 8 na escala de Richter num deserto inabitado é classificado como I na escala de Mercalli, enquanto que um sismo de menor magnitude sísmica, por exemplo 5, numa zona onde as construções são débeis e pouco preparadas para resistir a terramotos, pode causar efeitos devastadores e ser classificado com intensidade IX.
[editar] Graus de intensidade
A escala de Mercalli tem 12 graus:
| Grau | Descrição |
|---|---|
| I. Muito fraco | Nenhum movimento é percebido. |
| II. Fraco | Algumas pessoas podem sentir o movimento se estiverem em repouso e/ou em andares elevados de edifícios. |
| III. Leve | Diversas pessoas sentem um movimento leve no interior de prédios. Os objectos suspensos mexem-se. No exterior, no entanto, nada se sente. |
| IV. Moderado | No interior de prédios, a maior parte das pessoas sentem o movimento. Os objectos suspensos mexem-se, e também as janelas, pratos, armação de portas. |
| V. Bastante moderado | A maior parte das pessoas sente o movimento. As pessoas adormecidas acordam. As portas fazem barulho, os pratos partem-se, os quadros mexem-se, os objectos pequenos deslocam-se, as árvores oscilam, os líquidos podem transbordar de recipientes abertos. |
| VI. Forte | O terremoto é sentido por todas as pessoas. As pessoas caminham com dificuldade, os objectos e quadros caem, o revestimento dos muros pode rachar, as árvores e os arbustos são sacudidos. Danos leves podem acontecer em imóveis mal construídos, mas nenhum dano estrutural. |
| VII. Muito forte | As pessoas têm dificuldade de se manter em pé, os condutores sentem os seus carros sacudirem, alguns prédios podem desmoronar. Tijolos podem desprender-se dos imóveis. Os danos são moderados em prédios bem construídos, mas podem ser importantes no resto. |
| VIII. Destrutivo | Os condutores têm dificuldade em conduzir, casas com fundações fracas tremem, grandes estruturas como chaminés e prédios podem torcer e quebrar. Prédios bem construídos sofrem danos leves, contrariamente aos outros, que sofrem danos severos. Os ramos das árvores partem-se, as colinas podem abrir fendas se a terra estiver úmida e o nível de água nos poços artesianos pode modificar-se. |
| IX. Ruinoso | Todos os edifícios sofrem grandes danos. As casas sem alicerces deslocam-se. Algumas canalizações subterrâneas quebram-se, a terra abre fendas. |
| X. Desastroso | A maior parte dos prédios e suas fundações são destruídos, assim como algumas pontes. As barragens são significativamente danificadas. A água é desviada de seu leito, largas fendas aparecem no solo, as linhas de comboio entortam. |
| XI. Muito desastroso | Grande parte das construções desabam, as pontes e as canalizações subterrâneas são destruídas. |
| XII. Catastrófico | Quase tudo é destruído. O solo ondula. Rochas podem deslocar-se. |
domingo, 4 de maio de 2008
BIOGRAFIA DE MÁRIO QUINTANA
Considerado o poeta das coisas simples e com um estilo marcado pela ironia, profundidade e perfeição técnica, trabalhou como jornalista quase que a sua vida toda. Traduziu mais de cento e trinta obras da literatura universal, entre elas Em busca do tempo perdido de Marcel Proust, Mrs. Dalloway de Virginia Woolf, e Palavras e sangue, de Giovanni Papini.
Em 1940 lançou o seu primeiro livro de poesias, A rua dos cataventos, iniciando a sua carreira de poeta, escritor e autor infantil. Em 1966 foi publicada a sua Antologia poética, com 60 poemas inéditos, organizada por Rubem Braga e Paulo Mendes Campos, e lançada para comemorar seus 60 anos, sendo por esta razão o poeta saudado na Academia Brasileira de Letras por Augusto Meyer e Manuel Bandeira, que recita o poema Quintanares, de sua autoria, em homenagem ao colega gaúcho. No mesmo ano ganhou o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de Escritores de melhor livro do ano. Em 1980 recebeu o prêmio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.
Viveu grande parte da vida em hotéis, sendo o último deles o Hotel Majestic, no centro velho de Porto Alegre, que foi tombado e transformado em centro cultural e batizado como Casa de Cultura Mario Quintana, em sua homenagem, ainda em vida. Em seus últimos anos de vida, era comumente visto caminhando nas redondezas.
Segundo o próprio poeta, em entrevista a Edla van Steen em 1979, seu nome foi registrado sem acento. Assim ele o usou por toda a vida. Todavia, segundo as normas ortográficas atualmente em vigor, prescreve-se o uso de acento agudo no prenome "Mário", após a morte do autor.
Em 2006, no centenário de seu nascimento, várias comemorações foram realizadas no estado do Rio Grande do Sul em sua homenagem.
sexta-feira, 2 de maio de 2008
POESIA VENCEDORA DA ENQUETE!
BIOGRAFIA DE OLAVO BILAC
Um dos mais notáveis poetas brasileiros, prosador exímio e orador primoroso, nasceu e morreu no Rio de Janeiro, respectivamente, em 1865 e 1918. Aluno da Faculdade de Medicina até o quinto ano, depois de brilhante concurso que ali fez para interno, e apesar do auspicioso futuro que todos lhe auguravam, desistiu do curso médico para tentar o de direito em São Paulo. Atraído, porém, pela vida fluminense, voltou ao Rio estreando, com grande êxito, na imprensa literária.
A irradiação do seu nome foi rápida, e fulgurou com a publicação de Poesias (incluindo Panóplias, Via Láctea e Sarças de Fogo - 1888). Foi um dos mais ardorosos propagandistas da abolição, ligando-se estreitamente a José do Patrocínio. Em 1900 partiu para a Europa como correspondente da publicação Cidade do Rio. Daí em diante, raro era o ano em que não visitava Paris.
Exerceu vários cargos públicos no estado do Rio de Janeiro e na antiga Guanabara, tendo sido inspetor escolar, secretário do Congresso Panamericano e fundador da Agência Americana. Foi um dos fundadores da Liga da Defesa Nacional (da qual foi secretário geral), tendo lutado pelo serviço militar obrigatório, que considerava uma forma de combate ao analfabetismo. Conferencista de platéias elegantes, sua obra tornou-se leitura obrigatória, sendo declamado nos círculos literários.
Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, na cadeira 15, cujo patrono é Gonçalves Dias.
Considerado o maior nome parnasiano brasileiro, foi bastante influenciado pelos poetas franceses. Suas poesias revelam uma grande emoção, nada típica dos parnasianos, um certo erotismo e influência marcante da poesia portuguesa dos séculos XVI e XVII. A correção da linguagem, o rigor da forma e a espontaneidade são as principais características de seus versos.
Além de Poesias também publicou Crônicas e Novelas, Conferências Literárias, Ironia e Piedade, Bocage, Crítica e Fantasia, e, em colaboração, Contos Pátrios (infantil), Livro de Leitura, Livro de Composição, Através do Brasil (os últimos três, pedagógicos), Teatro Infantil, Terra Fluminense, Pátria Brasileira, Tratado de Versificação, A Defesa Nacional (coleção de discursos), Últimas Conferências e Discursos, Dicionário Analógico (inédito) e Tarde (póstuma, coleção de 99 sonetos).
Seu volume de Poesias Infantis, encomendado pela Livraria Francisco Alves, é uma coleção de 58 poemas metrificados falando sobre a natureza e a virtude. Segundo suas próprias palavras, "era preciso achar assuntos simples, humanos, naturais, que, fugindo da banalidade, não fossem também fatigar o cérebro do pequenino leitor, exigindo dele uma reflexão demorada e profunda".
É autor do Hino à Bandeira Nacional.http://www.secrel.com.br/jpoesia/bilac.html#bio
POESIAS DE OLAVO BILAC
A BORBOLETA
Trazendo uma borboleta,
Volta Alfredo para casa.
Como é linda! é toda preta,
Com listas douradas na asa.
Tonta, nas mãos da criança,
Batendo as asas, num susto,
Quer fuguir, porfia, cansa,
E treme, e respira a custo.
Contente, o menino grita:
"É a primeira que apanho,
"Mamãe! vê como é bonita!
"Que cores e que tamanho!
"Como voava no mato!
"Vou sem demora pregá-la
"Por baixo do meu retrato,
"Numa parede da sala".
Mas a mamãe, com carinho,
Lhe diz: "Que mal te fazia,
"Meu filho, esse animalzinho,
"Que livre e alegre vivia?
"Solta essa pobre coitada!
"Larga-lhe as asas, Alfredo!
"Vê com treme assustada . . .
"Vê como treme de medo . . .
"Para sem pena espetá-la
"Numa parede, menino,
"É necessário matá-la:
"Queres ser um assassino?"
Pensa Alfredo . . . E, de repente,
Solta a borboleta . . . E ela
Abre as asas livremente,
E foge pela janela.
"Assim, meu filho! perdeste
"A borboleta dourada,
"Porém na estima cresceste
"De tua mãe adorada . . .
"Que cada um cumpra sua sorte
"Das mãos de Deus recebida:
"Pois só pode dar a Morte
"Aquele que dá a Vida!"
Deixando a bola e a peteca,
Com que inda há pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.
Dizia a primeira: "É minha!"
— "É minha!" a outra gritava;
E nenhuma se continha,
Nem a boneca largava.
Quem mais sofria (coitada!)
Era a boneca. Já tinha
Toda a roupa estraçalhada,
E amarrotada a carinha.
Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.
E, ao fim de tanta fadiga,
Voltando à bola e à peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca . . .



